Educadores de Ipatinga debatem aperfeiçoamento da proposta curricular


A capacitação, promovida pelo Departamento Pedagógico da Secretaria Municipal de Educação, é parte do processo de monitoramento do Plano de Intervenção Escolar (PIE)

Professores e equipes diretivas da rede municipal de ensino de Ipatinga que atuam com alunos de 8 a 14 anos, estudantes de terceiro ao nono ano do ensino fundamental, participaram, na Escola Artur Bernardes, no bairro Canaã, de um encontro de formação continuada. A capacitação, promovida pelo Departamento Pedagógico da Secretaria Municipal de Educação, é parte do processo de monitoramento do Plano de Intervenção Escolar (PIE).

O encontro foi realizado em dois módulos, um teórico e outro prático. Entre os assuntos discutidos, foi abordado o processo de reformulação da proposta curricular da rede municipal, assim como a educação por competências e habilidades, além do guia de elaboração de itens de avaliação.

Também foi debatida a necessidade de adequação da Proposta Curricular do município levando em conta outros dois documentos norteadores de currículos, o Currículo Básico Comum (CBC) e a Base Nacional Curricular Comum (BNCC), documentos de âmbito estadual e federal. Em meio às discussões, ficou evidente que a construção de um currículo requer constante adequação e, dentro dessa perspectiva, existe a necessidade de reciclagem e a introdução de novas informações à classe educadora.

Claudia Fernandes do Amaral, professora que trabalha há três anos com o ensino fundamental, avalia que este tipo de formação ajuda bastante na capacitação profissional: “Eu me torno uma profissional mais completa quando consigo ampliar meus pontos de vista, e enxergar melhor a competência e a habilidade dos alunos”, resumiu. Ela confessou ter ficado positivamente impressionada com as propostas de trabalho introduzidas pela nova administração na área educacional.

Questionário
Outro tema debatido foi a elaboração de itens de avaliações tendo como referência o ensino por competências e habilidades, sendo mostrados exemplos de como se deve construir um item avaliativo sem erros comuns.

Em seguida, professores e equipe diretiva participaram de oficinas nas quais puderam aplicar o que haviam assimilado. Ao final do curso, foi oferecida aos participantes a oportunidade de avaliar o conteúdo através de um questionário, com campos para descrever pontos positivos e negativos, críticas e sugestões para eventuais novos encontros.

Fonte: Diário do Aço