Escolas Polem entram no terceiro dia de acolhimento aos alunos


Polos de Educação Múltipla (Escolas Polem) ofertam o Ensino Médio Integral e Integrado; experiência é inédita em Minas Gerais

Na jurisdição da Superintendência Regional de Ensino de Coronel Fabriciano são três escolas estaduais participantes do programa: Professora Haydée de Souza Abreu (Timóteo), Alberto Giovannini (Coronel Fabriciano) e Maurílio Albanese Novaes (Ipatinga). 

Ações de Educação Integral buscam implementar formação em diversas áreas, como esportes, artes plásticas, dança, música, teatro, informática, que complementem o conhecimento tradicional acessado pelo estudantes, por meio da ampliação da jornada escolar. Neste sentido, o território e a comunidade escolar são importantes atores.

Ensino Médio Integral 

Em Minas Gerais, o Ensino Médio Integral está sendo ofertado por 44 escolas estaduais que aderiram e corresponderam aos critérios estabelecidos na portaria 1.145/2016, do Ministério da Educação, que instituiu o Programa de Fomento à Educação em Tempo Integral. A implementação ocorrerá de forma gradual, iniciando com 9.640 alunos do 1º ano do Ensino Médio e chegando aos demais no final de três anos. Para coordenar o programa, foram contratados professores e especialistas da educação básica que já atuam no Ensino Médio de cada instituição.

A proposta pedagógica das escolas estaduais de educação em tempo integral no Ensino Médio tem por base a ampliação da jornada escolar – com 9 horários diários, que representam 45 horas-aula semanais – e a formação dos estudantes tanto nos aspectos cognitivos quanto nos socioeconômicos. O currículo será constituído de duas partes – formação básica, que compreende as temáticas de cada área do conhecimento indicadas na Base Nacional Comum Curricular; e flexível, que é composta por três campos de integração – Cultura, Artes e Cidadania; Múltiplas Linguagens, Comunicação e Novas Mídias; e Pesquisa e Inovação Tecnológica; além de um curso técnico profissionalizante – e devem proporcionar ao jovem a interlocução entre as áreas de conhecimento da Base Comum, os conhecimentos científicos, suas experiências pessoais e outras atividades que enriqueçam a sua formação e atuação/intervenção na sociedade.

A proposta curricular considerou a opinião dos alunos do 1º ano do Ensino Médio que, anteriormente, responderam a uma consulta da Secretaria de Educação, cujo objetivo foi saber o que eles queriam estudar, os campos que desejariam investir e como gostariam de aprofundar o conteúdo. Além disso, para que os três campos de integração gerem projetos, ações de aprendizagem e valorizem o protagonismo juvenil, a SEE propôs a disciplina “Pesquisa e Intervenção” e o trabalho “Diálogos Abertos com a Cidade”.

Os estudantes também participam de cursos técnicos profissionalizantes que estão sendo oferecidos nas escolas. A ideia é aliar pesquisa (olhar acadêmico) e capacidade técnica para quem quer já sair qualificado para o mercado de trabalho.

Veja fotos da atividades da EE Professora Haydée de Souza Abreu:

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