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Escolha do Livro Didático 2018


O MEC publicou, no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 2, o resultado final do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) 2018. Ao todo, 97 coleções foram aprovadas por professores, coordenadores pedagógicos e diretores de escolas públicas de todo o país.

As escolas terão duas semanas para avaliar o material aprovado nas diferentes disciplinas e escolher as coleções que mais se adaptam ao seu contexto. “Voltado ao ensino médio, o PNLD 2018 avaliou 166 coleções de 12 componentes curriculares diferentes”, informa a coordenadora-feral de Materiais Didáticos da Secretaria de Educação Básica (SEB), Tassiana Cunha Carvalho. “As obras serão disponibilizadas para consulta e para a escolha das escolas a partir do próximo dia 21. ”

A avaliação foi feita por meio de uma parceria entre o MEC e 11 universidades. Com exceção de uma instituição, que ficou responsável por dois componentes, as demais avaliaram, uma disciplina cada. Este ano, foram aprovadas 58% das coleções. Das 72 obras reprovadas, 22 foram objeto de recursos e três tiveram seus resultados revertidos.

A distribuição dos livros se dará em conjunto pelo MEC, as editoras das obras e os Correios. Segundo Tassiana Carvalho, o material vai chegar às escolas no começo do ano letivo de 2018, devendo as obras escolhidas serem distribuídas entre janeiro e fevereiro.

Acesso – O material selecionado estará disponível no Guia Digital PNLD 2018 e nos portais do MEC e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Em 2018, os professores e diretores terão acesso ao conteúdo de todas as obras aprovadas por meio desse guia. Diretores e secretarias de educação de todo o país receberão uma chave de acesso para cada escola e, durante o período de escolha, os envolvidos poderão analisar, na íntegra, o conteúdo da obra. “A medida democratiza o acesso às opções disponíveis e qualifica o processo de escolha a partir do contato com o livro”, avalia Tassiana Cunha Carvalho.

Programa – O PNLD distribui, em todas as escolas públicas da educação básica, livros didáticos e acervos de obras literárias, obras complementares e dicionários para uso do professor e do aluno em sala de aula. A cada ano, o programa atende a uma parte da educação básica: educação infantil, anos iniciais e anos finais do ensino fundamental e ensino médio. A cada três ou quatro anos, governo federal repõe as obras faltantes nas escolas, renovando todo o conjunto dos livros, de forma a atualizar os conteúdos.

A partir de 2019, os livros dos anos iniciais serão consumíveis, ou seja, todos os volumes do primeiro ao quinto ano passarão a ser do aluno, que não precisa devolvê-los no fim do ano letivo. A mudança permitirá a melhora do processo de avaliação durante a execução do programa.

Projetos – Outro avanço é que os professores da educação infantil e de educação física passarão a compor o PNLD, recebendo livros pela primeira vez. Também serão criados livros de projetos integradores para auxiliar os professores e alunos a trabalharem os componentes curriculares de forma integrada.

Além de prover as escolas públicas com livros didáticos e acervos de obras literárias, obras complementares e dicionários para as escolas públicas de educação básica das redes de ensino federal, estaduais, municipais e do Distrito Federal, o novo PNLD também distribuirá softwares e jogos educacionais, bem como outros materiais de apoio à prática pedagógica.

De 2019 em diante, o programa será executado em ciclos de quatro anos e não mais de três. Com isso, do ponto de vista orçamentário, a escala da compra por um período maior oferece mais economia. A reposição para um ciclo maior está sendo estudada pelo MEC junto ao Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Mais informações estão disponíveis no portal do MEC.

Novo PNLD abre espaço para estados, municípios e professores da educação básica


Maior participação da comunidade educacional e avanços pedagógicos. Essas são as principais mudanças trazidas no decreto presidencial sobre o Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), publicado nesta quarta-feira, 19, no Diário Oficial da União (DOU). O primeiro edital já com as novas regras será publicado nos próximos dias, para a compra e distribuição em 2019 de material voltado à educação infantil e aos anos iniciais do ensino fundamental.

A avaliação das obras inscritas no PNLD passa a ser feita por equipes mais plurais, coordenadas pelo Ministério da Educação, composta por especialistas das diferentes áreas do conhecimento, professores da educação básica e do ensino superior de instituições públicas e privadas. Antes, a tarefa era delegada somente às universidades públicas.

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Destinados R$ 61,7 milhões para compra de obras de literatura


O Ministério da Educação liberou nesta segunda-feira, 5, R$ 61,78 milhões para pagamentos relacionados ao Programa Nacional do Livro Didático (PNLD). O valor será repassado ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão responsável por efetuar o pagamento às editoras e à Empresa Brasileira de Correio e Telégrafos.

As obras literárias e os livros didáticos adquiridos por meio do programa são distribuídos a escolas públicas de ensino fundamental e médio, em todas as unidades da Federação. Desde janeiro, o MEC liberou ao FNDE R$ 1,62 bilhão para pagamentos relacionados ao programa. Desde janeiro, o início da atual gestão, o MEC já liberou ao FNDE mais de R$ 880 milhões para pagamentos do PNLD.

Assessoria de Comunicação Social do MEC

Livros didáticos devem ser devolvidos para reutilização em 2017


Com a aproximação do fim do ano letivo, chega a época da devolução do livro didático. Os estudantes dos anos iniciais das redes públicas de todo o país devem devolver às escolas os exemplares que usaram este ano para uso por outros alunos em 2017. A devolução é fundamental para o bom funcionamento do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD). Para a aquisição de livros didáticos para utilização no próximo ano, o MEC investiu mais de R$ 1,2 bilhão.

“Para que não haja falta de livros nas escolas, é necessário efetuar o controle de entrega e devolução dos exemplares pelos alunos, além de promover o remanejamento, caso ocorra sobra ou falta”, alerta a coordenadora-geral dos programas do livro do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão vinculado ao Ministério da Educação, Sônia Schwartz.

Grande parte das obras didáticas do PNLD é reutilizável. Confeccionado com uma estrutura física resistente, cada exemplar tem durabilidade prevista de três anos. Ou seja, deve ser usado por três estudantes em três anos consecutivos. Para que nenhum aluno fique prejudicado no próximo ano letivo, é necessária a conscientização de pais, alunos e professores sobre a importância da devolução e dos cuidados com os livros durante o uso.

“Muitas escolas promovem gincanas no fim do ano e dão pontos extras às turmas com maior percentual de livros devolvidos”, diz Sônia. Nos próximos dias, o FNDE enviará mensagens às escolas públicas de todo o país com orientações sobre a devolução.

Para o ano letivo de 2017, os estudantes dos anos finais do ensino fundamental (sexto ao nono) ganharão livros de todas as disciplinas. Ainda haverá reposição e complementação de exemplares para os anos iniciais e para o ensino médio.

Assessoria de Comunicação Social, com informações do FNDE

Recursos garantem a aquisição de 144,8 milhões de livros


O Ministério da Educação liberou R$ 116 milhões para o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD). O valor será repassado ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão responsável por efetuar o pagamento às editoras e à Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, encarregada da distribuição dos exemplares.

Por meio do PNLD foram adquiridos 144,8 milhões de livros e obras literárias. Escolas públicas de ensino fundamental receberão, em 2017, 112,9 milhões de exemplares, enquanto escolas de ensino médio receberão 31,9 milhões.

Para garantir esse direito aos estudantes brasileiros, o MEC investiu mais de R$ 1,2 bilhão, beneficiando quase 30 milhões de alunos e 117 mil escolas em todo o país. A maior parte das publicações, 137,4 milhões, será distribuída para estudantes e escolas na zona urbana, beneficiando 22,6 milhões de estudantes do ensino fundamental e 6,8 milhões do ensino médio. Os demais 7,4 milhões de livros foram adquiridos para entrega na zona rural, beneficiando 2,5 milhões de alunos.

Assessoria de Comunicação Social do MEC